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NADA.

Às vezes ela ia a um lugar, profundo como o oceano e infinito como o universo, sem nada além de si mesma, descobrindo sobre a única coisa que vivia lá, ela.

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Em conjunto com o texto, a fotografia apresenta a dualidade da palavra “NADA” estando presente tanto na figura de linguagem nada, assim como no verbo nadar. Dualidade também apresentada na repetição de uma mesma imagem.

O mar apresenta também, a imensidão vazia, trazendo o significado do  “nada”

A estética presente em algumas fotos, apresenta como se fosse um portal, em outras, como se “ela” estivesse completamente imersa nesse não lugar dentro de sua mente.

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Fotos feitas na Praia do Sancho no Arquipélago de Fernando de Noronha

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